Adoração em Família!

Adoração em Família!

A FAMÍLIA SE REÚNE NA CASA DA MÃE

A FAMÍLIA SE REÚNE NA CASA DA MÃE

ATENÇÃO, CASAIS!

ATENÇÃO, CASAIS!

domingo, 24 de maio de 2015

Pastoral Familiar em ação!

A Pastoral Familiar viva, atuando nas mais diversas frentes, propagando a beleza do matrimônio e o valor da família.
Alguns exemplos deste final de semana de maio. Começando com o curso para agentes da Pastoral Familiar, organizado pelo Vicariato Suburbano. este já é o segundo do ano. E o próximo já está agendado para o dia 04 de julho, das 08h às 12, na Paróquia São Pedro, de Cavalcante.




 O tema escolhido para a formação foi o Setor Casos Especiais e, por isso, a palestra principal foi com o casal assessor arquidiocesano, Marco Aurélio e Silvana. 




Depois do intervalo, momento de troca de experiências com o encontro Jornada com Cristo, Grupo de Escuta e Acolhimento e Grupo de Viúva(o)s.




Presença de diversos padres e diáconos, acompanhando de perto a Pastoral Familiar!



Outro momento significativo foi o III Reavivamento para casais, realizado pela Paróquia Santo Sepulcro, de Madureira.




Momentos de reflexão, de conversa dois-a-dois, jantar à luz de velas, oração, e dança de rostinho colado. Tempo de reavivar a chama do amor!




E para os jovens? Pregação sobre afetividade e sexualidade para os crismandos da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, da Glória.



segunda-feira, 18 de maio de 2015

Família é tema do Dia das Comunicações

Seguindo as catequeses do Papa Francisco sobre a FAMÍLIA este também é o tema da Mensagem para o Dia das Comunicações Sociais, comemorado na solenidade da Ascensão do Senhor. Confira a mensagem na íntegra!


Mensagem de Sua Santidade o Papa Francisco para o XLIX Dia Mundial das Comunicações Sociais (17 de Maio de 2015) 

 Tema: «Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor» 

 O tema da família encontra-se no centro duma profunda reflexão eclesial e dum processo sinodal que prevê dois Sínodos, um extraordinário – acabado de celebrar – e outro ordinário, convocado para o próximo mês de Outubro. Neste contexto, considerei oportuno que o tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais tivesse como ponto de referência a família. Aliás, a família é o primeiro lugar onde aprendemos a comunicar. Voltar a este momento originário pode-nos ajudar quer a tornar mais autêntica e humana a comunicação, quer a ver a família dum novo ponto de vista. 

 Podemos deixar-nos inspirar pelo ícone evangélico da visita de Maria a Isabel (Lc 1, 39-56). «Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Então, erguendo a voz, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre”» (vv. 41-42). 

 Este episódio mostra-nos, antes de mais nada, a comunicação como um diálogo que tece com a linguagem do corpo. Com efeito, a primeira resposta à saudação de Maria é dada pelo menino, que salta de alegria no ventre de Isabel. Exultar pela alegria do encontro é, em certo sentido, o arquétipo e o símbolo de qualquer outra comunicação, que aprendemos ainda antes de chegar ao mundo. O ventre que nos abriga é a primeira «escola» de comunicação, feita de escuta e contacto corporal, onde começamos a familiarizar-nos com o mundo exterior num ambiente protegido e ao som tranquilizador do pulsar do coração da mãe. Este encontro entre dois seres simultaneamente tão íntimos e ainda tão alheios um ao outro, um encontro cheio de promessas, é a nossa primeira experiência de comunicação. E é uma experiência que nos irmana a todos, pois cada um de nós nasceu de uma mãe. 

 Mesmo depois de termos chegado ao mundo, em certo sentido permanecemos num «ventre», que é a família. Um ventre feito de pessoas diferentes, interrelacionando-se: a família é «o espaço onde se aprende a conviver na diferença» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 66). Diferenças de gêneros e de gerações, que comunicam, antes de mais nada, acolhendo-se mutuamente, porque existe um vínculo entre elas. E quanto mais amplo for o leque destas relações, tanto mais diversas são as idades e mais rico é o nosso ambiente de vida. O vínculo está na base da palavra, e esta, por sua vez, revigora o vínculo. Nós não inventamos as palavras: podemos usá-las, porque as recebemos. É em família que se aprende a falar na «língua materna», ou seja, a língua dos nossos antepassados (cf. 2 Mac 7, 21.27). Em família, apercebemo-nos de que outros nos precederam, nos colocaram em condições de poder existir e, por nossa vez, gerar vida e fazer algo de bom e belo. Podemos dar, porque recebemos; e este circuito virtuoso está no coração da capacidade da família de ser comunicada e de comunicar; e, mais em geral, é o paradigma de toda a comunicação. 

 A experiência do vínculo que nos «precede» faz com que a família seja também o contexto onde se transmite aquela forma fundamental de comunicação que é a oração. Muitas vezes, ao adormecerem os filhos recém-nascidos, a mãe e o pai entregam-nos a Deus, para que vele por eles; e, quando se tornam um pouco maiores, põem-se a recitar juntamente com eles orações simples, recordando carinhosamente outras pessoas: os avós, outros parentes, os doentes e atribulados, todos aqueles que mais precisam da ajuda de Deus. Assim a maioria de nós aprendeu, em família, a dimensão religiosa da comunicação, que, no cristianismo, é toda impregnada de amor, o amor de Deus que se dá a nós e que nós oferecemos aos outros. 

 Na família, é sobretudo a capacidade de se abraçar, apoiar, acompanhar, decifrar olhares e silêncios, rir e chorar juntos, entre pessoas que não se escolheram e todavia são tão importantes uma para a outra… é sobretudo esta capacidade que nos faz compreender o que é verdadeiramente a comunicação enquanto descoberta e construção de proximidade. Reduzir as distâncias, saindo mutuamente ao encontro e acolhendo-se, é motivo de gratidão e alegria: da saudação de Maria e do saltar de alegria do menino deriva a bênção de Isabel, seguindo-se-lhe o belíssimo cântico do Magnificat, no qual Maria louva o amoroso desígnio que Deus tem sobre Ela e o seu povo. De um «sim» pronunciado com fé, derivam consequências que se estendem muito para além de nós mesmos e se expandem no mundo. «Visitar» supõe abrir as portas, não encerrar-se no próprio apartamento, sair, ir ter com o outro. A própria família é viva, se respira abrindo-se para além de si mesma; e as famílias que assim procedem, podem comunicar a sua mensagem de vida e comunhão, podem dar conforto e esperança às famílias mais feridas, e fazer crescer a própria Igreja, que é uma família de famílias. 

 Mais do que em qualquer outro lugar, é na família que, vivendo juntos no dia-a-dia, se experimentam as limitações próprias e alheias, os pequenos e grandes problemas da coexistência e do pôr-se de acordo. Não existe a família perfeita, mas não é preciso ter medo da imperfeição, da fragilidade, nem mesmo dos conflitos; preciso é aprender a enfrentá-los de forma construtiva. Por isso, a família onde as pessoas, apesar das próprias limitações e pecados, se amam, torna-se uma escola de perdão. O perdão é uma dinâmica de comunicação: uma comunicação que definha e se quebra, mas, por meio do arrependimento expresso e acolhido, é possível reatá-la e fazê-la crescer. Uma criança que aprende, em família, a ouvir os outros, a falar de modo respeitoso, expressando o seu ponto de vista sem negar o dos outros, será um construtor de diálogo e reconciliação na sociedade. 

 Muito têm para nos ensinar, a propósito de limitações e comunicação, as famílias com filhos marcados por uma ou mais deficiências. A deficiência motora, sensorial ou intelectual sempre constitui uma tentação a fechar-se; mas pode tornar-se, graças ao amor dos pais, dos irmãos e doutras pessoas amigas, um estímulo para se abrir, compartilhar, comunicar de modo inclusivo; e pode ajudar a escola, a paróquia, as associações a tornarem-se mais acolhedoras para com todos, a não excluírem ninguém. 

 Além disso, num mundo onde frequentemente se amaldiçoa, insulta, semeia discórdia, polui com as murmurações o nosso ambiente humano, a família pode ser uma escola de comunicação feita de bênção. E isto, mesmo nos lugares onde parecem prevalecer como inevitáveis o ódio e a violência, quando as famílias estão separadas entre si por muros de pedras ou pelos muros mais impenetráveis do preconceito e do ressentimento, quando parece haver boas razões para dizer «agora basta»; na realidade, abençoar em vez de amaldiçoar, visitar em vez de repelir, acolher em vez de combater é a única forma de quebrar a espiral do mal, para testemunhar que o bem é sempre possível, para educar os filhos na fraternidade. 

 Os meios mais modernos de hoje, irrenunciáveis sobretudo para os mais jovens, tanto podem dificultar como ajudar a comunicação em família e entre as famílias. Podem-na dificultar, se se tornam uma forma de se subtrair à escuta, de se isolar apesar da presença física, de saturar todo o momento de silêncio e de espera, ignorando que «o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras ricas de conteúdo» (BENTO XVI, Mensagem do XLVI Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24/1/2012); e podem-na favorecer, se ajudam a narrar e compartilhar, a permanecer em contacto com os de longe, a agradecer e pedir perdão, a tornar possível sem cessar o encontro. Descobrindo diariamente este centro vital que é o encontro, este «início vivo», saberemos orientar o nosso relacionamento com as tecnologias, em vez de nos deixarmos arrastar por elas. Também neste campo, os primeiros educadores são os pais. Mas não devem ser deixados sozinhos; a comunidade cristã é chamada a colocar-se ao seu lado, para que saibam ensinar os filhos a viver, no ambiente da comunicação, segundo os critérios da dignidade da pessoa humana e do bem comum. 

Assim o desafio que hoje se nos apresenta, é aprender de novo a narrar, não nos limitando a produzir e consumir informação, embora esta seja a direção para a qual nos impelem os potentes e preciosos meios da comunicação contemporânea. A informação é importante, mas não é suficiente, porque muitas vezes simplifica, contrapõe as diferenças e as visões diversas, solicitando a tomar partido por uma ou pela outra, em vez de fornecer um olhar de conjunto. 

 No fim de contas, a própria família não é um objecto acerca do qual se comunicam opiniões nem um terreno onde se combatem batalhas ideológicas, mas um ambiente onde se aprende a comunicar na proximidade e um sujeito que comunica, uma «comunidade comunicadora». Uma comunidade que sabe acompanhar, festejar e frutificar. Neste sentido, é possível recuperar um olhar capaz de reconhecer que a família continua a ser um grande recurso, e não apenas um problema ou uma instituição em crise. Às vezes os meios de comunicação social tendem a apresentar a família como se fosse um modelo abstrato que se há-de aceitar ou rejeitar, defender ou atacar, em vez duma realidade concreta que se há-de viver; ou como se fosse uma ideologia de alguém contra outro, em vez de ser o lugar onde todos aprendemos o que significa comunicar no amor recebido e dado. Ao contrário, narrar significa compreender que as nossas vidas estão entrelaçadas numa trama unitária, que as vozes são múltiplas e cada uma é insubstituível. 

 A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos. Não lutemos para defender o passado, mas trabalhemos com paciência e confiança, em todos os ambientes onde diariamente nos encontramos, para construir o futuro. 

 Vaticano, 23 de Janeiro – Vigília da Festa de São Francisco de Sales – de 2015.
 [Francisco PP]

sábado, 16 de maio de 2015

FORMAÇÃO DA PASTORAL FAMILIAR



No sábado, dia 16 de maio, a Pastoral Familiar da Arquidiocese realizou um encontro de formação para agentes no auditório do edifício João Paulo II, na Glória.
O tema principal: O AMOR É A NOSSA MISSÃO, foi desenvolvido pelo diácono Joaquim, do vicariato Jacarepaguá. Este é o tema do Encontro Mundial das Famílias, que acontecerá em setembro, nos Estados Unidos, e, consequentemente, também abordado pela publicação "Hora da Família" e do Simpósio e da Peregrinação Nacional das famílias, 30 e 31 de maio, em Aparecida.



sexta-feira, 15 de maio de 2015

Dia internacional da Família

15 DE MAIO
DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA
Rezemos pela união e santificação de todas as famílias!


domingo, 10 de maio de 2015

FELIZ DIA DAS MÃES!

A Pastoral Familiar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro deseja a todas as mães toda bênção do céu! Que Maria, mãe de Jesus e nossa, seja sua inspiração, e seu alento!
A você, mãe, a nossa homenagem e o nosso carinho!
FELIZ DIA DAS MÃES!



domingo, 3 de maio de 2015

III Marcha em Defesa da Vida

Todos juntos, num domingo lindo de sol, mostrando para o Rio de Janeiro que nós amamos e defendemos a vida em todas as suas etapas, desde o ventre materno até a morte natural! Essa foi a III Marcha em Defesa da Vida, pela Orla de Copacabana, neste dia 03 de maio.
VIDA SIM!





quarta-feira, 29 de abril de 2015

Final de Semana cheio de bênçãos


A Paróquia São Pedro do Mar (vic. Jacarepaguá) realizou no final de semana de 25 e 26 de abril a Feira das vocações a Pastoral Familiar estava presente, claro! E no domingo, dia 26, ainda foi realizado Encontro de Casais em Segunda União, com a presença de casal Marco Aurélio e Silvana, assessores do Setor Casos Especiais.