sexta-feira, 11 de março de 2011

Novela dramatiza direito à vida


por Matthew Cullinan Hoffman

BRASIL, 2 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — A novela mais popular do Brasil, Insensato Coração, transmitiu um episódio em que uma das principais personagens é dissuadida de abortar seu bebê para agradar ao namorado e proteger suas perspectivas de emprego.
“Carol”, cujo papel é desempenhado por Camila Pitanga, aguarda sua vez numa clínica de aborto, acompanhada por uma amiga, enquanto sua irmã “Alice”, papel desempenhado por Paloma Bernardi, corre para a clínica para impedir o que chama de “o maior erro de sua vida”. Alice chora ao recordar que seus pais também não a haviam planejado. Ao chegar à clínica, Alice implora com sua irmã para que mude de ideia: “Pensa que um dia, daqui a anos, você vai cruzar com o André na rua, por acaso, e vai se tocar de que ele não significa mais nada. Por causa dele, você vai deixar de ter a maior alegria da sua vida? Você vai deixar o egoísmo dele ganhar?”.
Carol, comovida, protesta que seu bebê poderia interferir em sua carreira. “Mas essa gravidez veio num momento ruim, tem a minha promoção…” diz ela.
“Se o André estivesse feliz, louco para ser pai, você ia tirar mesmo assim, por causa do trabalho?”, pergunta Alice. Carol começa a chorar também, e abraça sua irmã, decidindo não ir adiante com o aborto.
Embora a Rede Globo tenha histórico de apoio à causa do aborto descriminalizado no Brasil, sua decisão de transmitir um episódio favorável à posição pró-vida pode refletir uma crescente hostilidade para com o aborto na sociedade brasileira.
Em anos recentes uma maioria cada vez maior dos brasileiros tem indicado sua rejeição ao aborto descriminalizado, assim como à agenda política homossexual, em resposta às campanhas promovidas por líderes religiosos católicos e evangélicos no país.
Na recente eleição presidencial do Brasil, a vencedora Dilma Rousseff foi forçada a recuar em sua posição pró-aborto, prometendo numa declaração assinada não introduzir leis para descriminalizar o aborto ou criminalizar expressões contra a conduta homossexual, depois que líderes pró-vida criticaram a posição dela.
Numa pesquisa de opinião pública depois das eleições, 64% dos deputados da Câmara dos Deputados do Brasil que responderam disseram que se opõem às políticas para descriminalizar o aborto, sinalizando um abandono da posição pró-aborto do Partido dos Trabalhadores, que está no poder, em face da esmagadora opinião pública

quinta-feira, 10 de março de 2011

Nova data para o Vicariato Norte


Atenção, Pastoral Familiar do Vicariato Norte. A data para seu encontro sobre o Setor Pós Matrimonial será:

sáb 18 de junho
das 09h às 12h
na Basílica de Santa Teresinha
(Tijuca)

Anote em sua agenda e participe!! Mantenham-se conectado com o nosso blog para estar por dentro das informações e novidades da Pastoral Familiar de nossa Arquidiocese.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Você sabe o que são os "Twiblings"?


Uma novidade nem sempre corresponde a uma nova realidade dentro do plano criador de Deus. A criação é, segundo a revelação bíblica que fundamenta a fé católica, um momento de descobrimento do grande e sempre novo achado: a paternidade de Deus.
Criar é um ato amoroso, paterno e divino, pleno de sentido para o ser criado e para toda a natureza, principalmente para o ser humano e para a sociedade humana.
A verdadeira e perene novidade que assombra o mundo é a participação profunda e autêntica do homem e da mulher na paternidade de Deus. Ser pai e ser mãe transcende, eleva-se, ultrapassa todas as dimensões biológicas e técnicas da procriação artificial, e não porque faltem essas dimensões dentro do processo de transmissão da vida, mas porque a paternidade e a maternidade projetam as pessoas para a dimensão única e original do ser humano, que é a sua autêntica identidade.
Um filho tem a sua identidade pessoal formada e amadurecida quando as identidades dos seus genitores mantêm-se puras e inquestionáveis.
Recentemente, a mídia internacional noticiou o nascimento de um casal de gêmeos, cujo nascimento deu-se num intervalo de cinco dias. Essas crianças nasceram de duas mães que alugaram seus úteros para a mulher que desejou ser mãe depois dos 41 anos, quando decidiu pelo casamento após uma carreira profissional cheia de sucessos.
Depois de seis tentativas de fertilização artificial com transferência de embriões concebidos para o seu próprio útero, mas que morriam prematuramente, essa mulher de sucesso concebeu uma estratégia para ter a certeza do seu êxito gestacional.
Conseguiu uma doadora de óvulos, garantiu os espermatozóides do seu marido, alugou duas barrigas para a gestação do “twiblings”, termo composto pela palavra twin (gêmeos) com a palavra sibling (irmão), e a estratégia gestacional alcançou o seu sucesso laboratorial e econômico.
A mulher que doou os seus óvulos comprou um carro zero com o dinheiro que recebeu. Aslocadoras do corpo para a gestação, casadas e com filhos, cujos maridos aprovaram o negócio, feito através de uma agência promotora desses encontros de barrigas de aluguel, comprometeram-se a amamentar com seu leite os irmãos portadores do mesmo material genético e com a diferença temporal de nascimento.
O sucesso gestacional foi conseguido, mas várias questões não se levantaram durante toda essa negociação. Uma mãe é a educadora, outra mãe é a doadora dos óvulos, outras duas mães são as gestantes e uns homens são os espectadores dessa última novidade em matéria de procriação artificial.
Os filhos quem são em todo esse processo? Como esses irmãos gêmeos vão reagir ao serem perguntados sobre suas identidades pessoais? De quem são filhos realmente? Quais serão os impactos psicológicos decorrentes dessa busca insaciável de êxito gestacional?
Quando se perde a noção de participação no poder criador de Deus, perde-se também a noção da paternidade e da maternidade autênticas e, consequentemente, vai-se transformando a procriação numa delegação substitutiva.
Sem perder de vista a legitimidade do desejo de serem pais, e compreendendo todo o sofrimento decorrente da infertilidade, entretanto, não se pode deixar de considerar a dignidade da procriação humana.
Nela não ocorrem apenas uniões de gametas, nem sequer um processo gestacional em qualquer barriga, mas nela acontece o ato pessoal mais significativo para uma família.
O ato pessoal do casal homem-mulher que se abre certamente a um fenômeno biológico cada vez mais conhecido, também e principalmente se abre seguramente a um fenômeno humano muito mais significativo, que é o da individualização do filho e, consequentemente, o fenômeno da socialização da pessoa em e a partir da sua família.
A novidade do twiblings pode tornar-se corriqueira e não chamar mais a atenção da mídia, entretanto essa forma de ter filhos tão desejados vai introduzir na humanidade o fenômeno mais antissocial e mais confuso que se pode pensar: a despersonalização da família.
Uma família despersonalizada criará uma sociedade desestruturada, e uma sociedade desestruturada causará um mundo desequilibrado, onde os seres humanos passarão a ter os seus valores considerados a partir de êxitos ou fracassos ocorridos nos negócios, onde cada pessoa será um produto de última, penúltima ou antepenúltima geração.
Será esse o mundo que Deus criou e confiou à humanidade para que descobrisse todas as maravilhas presentes nele?
Essa resposta e as demais, que devem ser dadas às questões acima levantadas sobre a identidade dos bebês gerados artificialmente, reclamam da sociedade atual a atitude aberta à verdade sobre o homem e a mulher como corresponsáveis com Deus pela vida humana e o amor sincero pelas crianças, criaturas que merecem muito respeito pelo direito fundamental de serem criadas através do ato mais humano e divino, que é o da doação interpessoal no matrimônio.

Dom Antonio Augusto Dias Duarte
Bispo auxiliar do Rio de Janeiro

terça-feira, 1 de março de 2011

ENCONTRO DE COORDENADORES DE PASTORAL FAMILIAR


O destaque da nossa programação arquidiocesena neste mês de março que se inicia é o 11o ENCONTRO DE COORDENADORES DE PASTORAL FAMILIAR. Neste ano, como não poderia deixar de ser, a Exortação Apostólica Familiaris Consortio (1981-2011) será nosso texto isnpirador. A partir de suas reflexões sempre atuais poderemos avaliar e nos questionar sobre a atuação da Pastoral Familiar: "De onde viemos? Onde estamos? Para onde vamos?".

O encontro visa reunir e capacitar coordenadores de todos os níveis: vicarial, forâneo e paroquial. Se a sua equipe tem coordenações distintas para cada segmento (pré, pós e casos especiais), eles também devem comparecer. Mesmo você que lê este convite mas ainda não tem a Pastoral Familiar estruturada na sua Paróquia também é convidado a participar. Você que é coordenador de ECC, ACC, Equipe de Nossa Senhora, MFC, etc. é parte deste grande organismo que a Pastoral Familiar. Venha caminhar conosco!

Não é necessário fazer inscrição prévia. Não há qualquer taxa, apenas pedimos apenas uma "gostosura" de comer o beber para o lanche que será partilhado. Esperamos você!

11o ENCONTRO DE COORDENADORES DE PASTORAL FAMILIAR
26 de março
08h às 12h
Auditório do Ed. João Paulo II
(R. Bejnamin Constant, 23)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Parceria: PF e PASCOM


A Pastoral Familiar acaba de firmar uma parceira com a Pastoral da Comunicação arquidiocesana. É para o Mutirão de Comunicação MULTICOM, que acontecerá na PUC/ RJ (Gávea), em julho.
Como o encontro é em nível nacional, a Pastoral Familiar vai contactar famílias do seu cadastro para que possam hospedar os participantes do MULTICOM que virão de diversas partes do país.
Começaremos entrando em contato com as famílias que tenham essa disponibilidade no Vicariato Sul para facilitar o deslocamento até a Gávea e, se necessário, iremos abrindo o raio de abrangência.
Esta integração é fruto da experiência de hospedagem bem-sucedida no XXII Congresso Nacional de Pastoral Familiar, realizado no Rio em 2008.
Quer saber mais sobre o MULTICOM que trará nomes de peso da comunicação? Acesse o site www.muticom.com e o blog é www.muticomrio2011.blogspot.com.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

É PRECISO RENOVAÇÃO!




Na primeira reunião do ano de 2011 da Comissão Arquidiocesana de Pastoral Familiar, Dom Antônio Augusto, bispo animador, colocou como meta para nossos esforços a partir deste ano na Pastoral Familiar: rejuvenescimento. João Paulo II disse a tônica da Igreja para o Novo Milênio deve ser avançar para águas mais profundas. Para nós, uma das ações que isso implica é “garimpar” novos casais que renovem a Pastoral Familiar. Quantos novos casais ainda continuam nos grupos jovens... por que não trabalhar a favor de outras famílias? Muitos desses jovens recém-casados já nasceram num ambiente secularizado, sem exemplo familiar. Cresceram sem nunca terem vivido numa família “normal”.


Nunca podemos nos acostumar com o que já temos, com o que o mundo nos oferece. Somos batizados, crismados e temos a força para mudar o mundo.


Neste semana chegou a notícia de um casal que será beatificado. Ao se casarem, ela com 17 e ele com 21, ouviram de Padre Pio que teriam mais de vinte filhos. E tiveram: 21. Não viveram segundo a mentalidade do mundo, mas pela fé, viveram segundo a vontade de Deus para suas vidas. Não temos como o santo italiano o dom da profecia, mas temos todos a missão de mudar o mundo. Precisamos dar nossa colaboração para preparar bem as famílias para o casamento e que a Pastoral Familiar esteja muito próxima aos casais, especialmente nos dez primeiros anos. Do contrário, corremos o risco de ter uma rede cheia e acharmos que é o suficiente. Além de só pescar com redes, que tal a pesca submarina, perseguindo os peixes jovens para a nossa pastoral?

Uma sugestão são atividades rápidas e interessantes nos vicariatos e nas paróquias para atrair esses “novos peixes”. Um exemplo é reunir alguns casais para assistirem juntos e debaterem um filme que tenha alguma temática familiar. Promover uma baile para comemorar o aniversário de casamento dos casais da comunidade ou de quem casou naquela Paróquia é uma outra idéia. Além da coluna vertebral da nossa programação do ano, podemos pensar em outras iniciativas menores e mais personalizadas. Se não atrapalharmos, Jesus fará tudo. Desde já todas essas atividades sejam abençoadas por Nosso Senhor.


Nesta reunião também foram apresentados os novos casais coordenadores arquidiocesanos do ACC, ECC e dos vicariatos Norte e Jacarepaguá. Gustavo, uma dos organizadores da MULTICOM , o Mutirão da Comunicação que acontecenrá na PUC/ Rio de 17 a 22 de julho, firmou uma parceria de hospedagem aos participantes de todas as partes do Brasil, com a ajuda da Pastoral Familiar. E encerramos com a comemoração do aniversário da assessora Alda, do Setor Casos Especiais.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

ANOTE NA AGENDA


Atenção! Vamos participar das primeiras reuniões para dinamização e estruturação do Setor PÓS-MATRIMONIAL (prioridade de 2011):

- 19 de fevereiro (Vicariato Leopoldina) - Salão da Igreja Bom Jesus da Penha, das 9h00 às 12h00

- 26 de fevereiro (Vicariato Oeste) - Salão da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Realengo, das 14h30 às 17h30

- 12 de março (Vicariato Norte) - Local a definir, das 9h00 às 12h00

- 19 de março (Vicariato Suburbano) - Local a definir, das 9h00 às 12h00


Local definido para a primeira reunião dos agentes do Setor CASOS ESPECIAIS da Pastoral Familiar:

FORMAÇÃO CONTINUADA SOBRE OS CASAIS EM SEGUNDA UNIÃO
- sáb. 12/02, das 08h30 às 13h00
Santuário de Nossa Senhora da Penha
Lanche partilhado

E para os agentes do PRÉ-MATRIMONIAL um novo curso de formação será oferecido (trazendo este ano temáticas como: encontro de namoro cristão, sexualidade, afetividade, como utilizar eficazmente a Bíblia, etc). Áberto também aos jovens e demais interessados. Escolha uma das três opções e inscreva-se pelo pastoralfrj@gmail.com:
- 26 e 27 de fev (Piedade)
- 19 e 20 de mar (Jacarepaguá)
- 09 e 10 de abr (Campo Grande)

PARTICIPE!